Quem pratica mais bullying
Bullying é aquela coisa chata, repetitiva, que acontece em todo lugar, mas principalmente na escola. A pergunta sobre quem mais pratica não tem resposta simples – depende de um monte de coisas tipo gênero, idade, onde a pessoa está, o papel que ela ocupa no grupo. Pesquisas mostram que meninos e meninas praticam bullying sim, mas de formas diferentes e por razões diferentes. Vamos destrinchar isso aqui, olhar os perfis, os números e as paradas que rolam por trás disso tudo. Olha, os estudos indicam que quem pratica bullying geralmente tem uns traços parecidos. Tipo, pouca empatia, necessidade de controle, e muitas vezes convivem com violência em casa. Mas dá pra dividir em dois grupos principais: os populares e os que também já sofreram bullying. Os populares usam a agressão pra manter status, já os outros tão reagindo a provocações que sofreram. Segundo IBGE e a UNESCO, cerca de 30% dos estudantes brasileiros já praticaram bullying pelo menos uma vez. A maioria? Meninos, especialmente no ensino fundamental II e médio. Dá uma olhada na tabela aí embaixo, com a distribuição por gênero e idade. Meninos praticam bullying com mais frequência, sim, principalmente o físico. Mas as meninas não ficam de fora – elas fazem mais bullying relacional, aquela coisa de excluir, espalhar fofoca. Essa diferença é chave pra entender a parada toda. As razões são várias. Busca por poder, status, a necessidade de se sentir superior, um ambiente familiar meio bagunçado, falta de habilidades sociais pra lidar com conflitos. Psicólogos falam que muitos agressores têm baixa autoestima e usam a agressão pra esconder as próprias inseguranças. "O bullying não é apenas um problema de comportamento, mas um reflexo de dinâmicas sociais e emocionais profundas. Entender o perfil do agressor é o primeiro passo para intervenções eficazes." — Dr. Carlos Alberto, psicólogo escolar e pesquisador da USP Nem sempre é fácil perceber quem é o agressor, mas alguns comportamentos acendem um alerta. Dá uma conferida nessa lista. Estatisticamente, meninos praticam mais bullying físico e verbal, enquanto meninas tendem a praticar mais bullying relacional (exclusão social, fofocas). No total, os meninos ainda lideram em números absolutos, mas a diferença está diminuindo com o aumento do cyberbullying. O pico de prática de bullying ocorre entre os 11 e 14 anos, período do ensino fundamental II. Nessa fase, as dinâmicas sociais são mais intensas e a busca por aceitação é maior. Após os 15 anos, os casos tendem a diminuir, mas podem se transformar em cyberbullying. Sim, o fenômeno é conhecido como "agressor-vítima". Crianças que sofrem bullying podem reproduzir o comportamento como forma de defesa ou para recuperar o poder perdido. Cerca de 20% dos agressores também são vítimas em outros contextos. Diferente do bullying presencial, o cyberbullying tem uma distribuição mais equilibrada entre gêneros. Meninas usam mais fofocas e exclusão online, enquanto meninos usam ameaças e humilhações públicas. Aproximadamente 50% dos casos são praticados por cada gênero.Quem pratica mais bullying
Perfil do agressor: quem são os principais praticantes?
Distribuição por gênero: meninos praticam mais?
Tipo de Bullying
Meninos (%)
Meninas (%)
Físico (bater, empurrar)
65%
35%
Verbal (xingamentos, apelidos)
55%
45%
Relacional (exclusão, fofocas)
30%
70%
Virtual (cyberbullying)
50%
50%
Por que algumas pessoas praticam bullying?
Checklist: sinais de que uma pessoa pode estar praticando bullying
Perguntas frequentes sobre quem pratica mais bullying
O bullying é mais comum entre meninos ou meninas?
Em qual faixa etária o bullying é mais praticado?
Crianças que sofrem bullying podem se tornar agressoras?
O cyberbullying é praticado mais por meninos ou meninas?
Resumo Rápido
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